Tuesday, 1 November 2011

Horse Health Care - Giving Oral Anti-Biotics



Carol from Kansas City, Missouri said her Vet made a call to the Stables she keeps her horse at and after an exam left a bottle of Anti-Biotics viagra cialis online pharmacy pharmacy to give her horse once a day for six days.

Her question was “What is the best way to give my Horse these big tablets? I have to give my Horse twelve of these tablets at a time.”

Carol did not say why her Horse Veterinarian prescribed the Anti-Biotic or what type they were. Some Anti-Biotics can be dissolved in water and poured over pelleted feed or grain. I do not like to do that. I prefer to ensure that whatever medications I give go directly into the horse. Although I prefer to give an injection, injections can lead to problems particular if you aren’t trained to give them or give them in the wrong location. Other problems include an infection or a cyst.

What I would do Carol, is to place the 12 tablets in a double or tripled bagged zip locked bag and use a hammer to pulverized them to a powder. I would use just enough un-flavored Apple Sauce, maybe 1/3 of a cup to mix the Anti-Biotic powder into to. A cleaned out wormer syringe is a good method to get the anti-biotic/applesauce mixture into your horse. Or better yet a larger bore syringe, like what paste Pro-Biotics or Electrolytes come in.

Another way is to mix the anti-biotic/applesauce mixture into a bran mash for the Horse to eat. Although, back to what I said before, I like to ensure that I get the medications into the Horse so I use the anti-biotic/applesauce method in a cleaned out Pro-Biotics or Electrolyte syringe.

It is important that you follow the Vet’s six day regime. Some times people see an improvement in a couple days then stop the full anti-biotic protocol which may make whatever problem your horse is being treated for come back stronger with a better immunity to the anti-biotic. Good luck and Safe Journey.


Saturday, 29 October 2011

Três pessoas são presas e 11 farmácias interditadas em Carpina e Ipojuca

Três pessoas foram presas e 25 farmácias, notificadas, em uma operação da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), nas cidades de Ipojuca, no litoral sul, e Carpina, na zona da mata norte do estado, que resultou na apreensão de quase 5 mil caixas de medicamentos. Do total de estabelecimentos, 11 foram interditados e 15 tiveram apreensões de remédios controlados, que eram vendidos de forma inadequada, com uso de receituários irregulares, fora da validade, contrabandeados do Paraguai ou mesmo armazenados incorretamente. A polícia ainda investiga o possível envolvimento de uma médica na ação.



As autuações foram realizadas no âmbito criminal e também administrativo. Todos responderão por tráfico de drogas, como são considerados os medicamentos controlados. “Em todas as farmácias vistoriadas nessa semana foram encontradas irregularidades, mas nem todas foram fechadas. Foram 16 autuações e 6 notificações, além dos locais onde havia crime”, explica o gerente geral da Apevisa, Jaime Brito.



Se condenados, os três proprietários dos estabelecimentos onde foram verificados crimes, apenas por este crime, podem cumprir penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão. Em Ipojuca, João Amaral de Oliveira, 65, foi flagrado vendendo o remédio para disfunção erétil online pharmacy falsificado e deve ter a pena agravada.



Já em Carpina, Everaldo Barbosa da Costa, 51 anos, ainda deve responder por crime de contra a saúde e economia públicas, mediante relação de consumo. Daxciane Coelho Silveira, 34, proprietária de duas farmácias na mesma cidade, ainda pode responder por contrabando, uma vez que comercializava o ‘Pramil’, remédio de disfunção erétil que teve a venda proibida no Brasil e que é produzido de forma ilegal no Paraguai.



As investigações começaram há dois meses, quando foram identificadas irregularidades na movimentação de produtos de seis estabelecimentos das duas cidades junto ao Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados. Apenas em uma farmácia de Carpina, 500 caixas de Artane, indicado para mal de Parkinson e normalmente utilizado como potencializador do efeito de drogas, foram encomendadas e repassadas à população sem o devido registro, em um prazo de apenas dois meses. A média nacional é de apenas 10 caixas por farmácia em um mês.



De acordo com a delegada Maria Helena Couto Fazio, do Departamento de Repressão ao Narcotráfico, durante a ação ainda foram encontrados talões de receituários médicos carimbados e assinados, supostamente pela médica Erivalda dos Santos Ramos. O fato também configura crime e a profissional deverá prestar depoimento para verificar se há envolvimento nos crimes ou se as receitas haviam sido falsificadas com seu nome.



Erivalda dos Santos atualmente trabalha no Hemocentro de João Pessoa, na Paraíba, e não tem registro junto ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e, no entanto, nos receituários, a origem indicada na prescrição seria do Hospital Belarmino Correia, em Goiana, na Mata Norte do estado. “Já verificamos que o registro é de uma pessoa ‘real’, que não foi falsificado. Resta saber se a autoria da prescrição foi, de fato, da médica em questão”, explica a delegada.



Balanço - Ao todo, foram apreendidas 4.985 caixas de medicamentos, com uma média de 20 comprimidos cada, tanto pela polícia, quanto pela Vigilância Sanitária. Entre os principais produtos estão o Rivotril, Lexotan e Diazepan e outros psicotrópicos, anticonvulsivantes e anorexígenos. A ação fez parte de uma busca pela fiscalização, por parte da Apevisa, de medicamentos controlados a exemplo do Artane e do Desobesi, um inibidor de apetite também utilizado por condutores de caminhões para manter-se acordados em longas viagens (popularmente conhecido como ‘Arrebite’).
A última operação do gênero foi deflagrada em fevereiro deste ano em Serra Talhada, no sertão do estado, até então principal fornecedor de drogas controladas de forma irregular no estado. Somente do remédio Desobesi, de um total de 118 mil caixas comercializadas em Pernambuco, 102 mil foram vendidas por apenas três farmácias da cidade. O segundo polo, Carpina, foi desarticulado nesta terça-feira.



Por Ed Wanderley

Fonte: Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Tuesday, 3 May 2011

Mobile Medication Reminder Application



3G Technology Well Accepted among Hypertensive Patients in Underserved Communities.



3G handsets and the Pill Phone (News - Alert) mobile purchase cialis reminder application are well accepted among patients participating in George Washington University and Wireless Reach Pill Phone Research Study.


The announcement was made by George Washington University Medical Center, One Economy, Cricket Communications, VOCEL, and Qualcomm’s (News  - Alert) Wireless Reach initiative at a mHealth seminar hosted by the George Washington Center for Global Health and the Department of Emergency Medicine.  
“3G wireless technologies offer new opportunities to communicate with patients and the potential to improve health outcomes,” said Dean Brenner, vice president of government affairs for Qualcomm, in a statement.
Thanks to the grant from Qualcomm's Wireless Reach initiative and contributions from One Economy, Cricket Communications (News - Alert) and VOCEL, the George Washington University Medical Center conducted and analyzed a seven-month study to measure the efficiency of the Pill Phone application to improve cheap cialis adherence among hypertensive patients.
The Pill Phone study was aimed at analyzing how wireless technology can engage patients, improve health outcomes and reduce health costs. Subjects included 50 Medicaid patients who were recruited from the internal medicine, renal/hypertension and cardiology clinics of The George Washington University Medical Center in Washington.
Hypertension affects more than 65 million adults in the United States and the main reason is poor adherence to blood pressure medications. African Americans are two to four times more likely to have kidney disease than their white counterparts due to uncontrolled hypertension. Hypertensive patients have other issues requiring additional medications and this forces them to take up to 10 pills a day.
“High blood pressure and diabetes are the leading causes of kidney disease, and Washington, D.C. has some of the highest rates of end-stage kidney disease in the nation,” said Richard Katz, director of the division of cardiology at The George Washington University Hospital. “The importance of the Pill Phone Research Study is that it offers a model for disease self-management that can be applied to at-risk communities.”
Each hypertensive patient received a 3G wireless handset pre-loaded with the Pill Phone application. The Pill Phone provides visual and audible medication dosage reminders, tracking and storage of dosage records, image displays of prescription pills and information about potential drug side effects.
VOCEL announced the Pill Phone application in 2008 for three major U.S. wireless operators. Pill Phone enables healthcare providers to remotely monitor patient adherence through a secure Web site, according to company officials.source

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